PROFESSORA CONTA COMO FOI CRESCER UMA MULHER LESBICA EM 1960
Publicada em 04/07/26 às 13:56h - 71 visualizações
por AÇAÍ VIP
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(Foto: AÇAÍ VIP)
Você sabe a diferença entre glicemia e hemoglobina glicada?
Embora os dois exames estejam relacionados ao controle da diabetes, eles analisam momentos diferentes da sua saúde
Glicemia: Mostra a quantidade de açúcar no sangue naquele momento específico do exame.
Hemoglobina glicada: Avalia a média da glicose nos últimos 2 a 3 meses, ajudando no acompanhamento mais completo do controle glicêmico.
Ou seja: enquanto a glicemia mostra o “agora”, a hemoglobina glicada revela como está o controle da sua saúde ao longo do tempo.
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PROFESSORA CONTA COMO FOI CRESCER UMA MULHER LESBICA EM 1960.
Internada em um colégio de freiras na adolescência, a professora aposentada Eliane Carvalho, de 63 anos, afirmou que crescer como mulher lésbica nos anos 1960 foi um desafio marcado por repressões e tentativas de enquadramento. Ela é uma das homenageadas na 23ª Parada do Orgulho LGBTQIAPN+ de Mato Grosso.
Filha caçula de uma família nordestina com quatro irmãos, ela contou que foi criada pelo pai após a morte da mãe, quando tinha 5 anos. Por não corresponder às expectativas da família, na adolescência, foi enviada para o internato religioso, onde deveria aprender os chamados “modos de moça”.
Eliane relatou que assumir-se lésbica naquela época significava enfrentar o medo constante de discriminação e o peso do preconceito dentro e fora da família. Segundo ela, muitas mulheres precisavam se esconder para evitar violências e julgamentos.
"Ser chamada de sapatão na minha época era uma vergonha para a família. A gente acabava se escondendo para não sofrer as consequências de ser apontada e discriminada [...] Hoje podemos presenciar meninas novas já se posicionando. São meninas fincando a bandeira num solo firme mesmo, mostrando que estão ali, que precisam ser ouvidas, compreendidas e respeitadas como tal, é isso é maravilhoso”, ressaltou
Fonte: G1
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