


Ortega virou alvo de críticas ao comentar a fantasia de coelhinho rosa do filho, Lucca Gohan, de quase 4 anos, fruto de seu relacionamento com a influenciadora Marcelle Casagrande. O ex-reality afirmou que a situação foi motivo de briga e declarou que o menino “já nasceu macho”, o que gerou revolta entre internautas e levantou acusações de discurso preconceituoso.
Segundo Agripino, o caso envolve falas consideradas LGBTQIAPN+fóbicas e precisa ser tratado com seriedade. Para ele, a responsabilização é fundamental para evitar a normalização desse tipo de discurso. “Não é aceitável relativizar práticas que reforçam a LGBTQIAPN+fobia… o preconceito. Todo preconceito é violência. A Justiça precisa atuar para que nossas vidas não sejam tratadas como objeto de escárnio”, afirmou à coluna da jornalista Fábia Oliveira.
Nas redes sociais, a repercussão segue intensa. Internautas continuam criticando duramente Pedro Ortega, classificando suas falas como machistas, tóxicas e ultrapassadas. O caso agora avança para a esfera jurídica e pode ter consequências legais para o influenciador, ampliando ainda mais o impacto da polêmica.