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O Halloween, tradicionalmente celebrado com criatividade pela comunidade LGBTQIA+, tornou-se alvo de ataques da influenciadora ultraconservadora Allie Beth Stuckey, que em seu podcast associou a data a forças “satânicas” e à “agenda LGBTQ+”. A comentarista cristã afirmou que o feriado estaria “entrelaçado com o orgulho LGBTQ+”, sugerindo a presença de “principados espirituais malignos” — que, em sua visão, se manifestariam por meio de glitter, saltos altos e perucas. Embora não tenha pedido um boicote explícito, Stuckey lançou um alerta moralista a seus seguidores, convertendo uma celebração lúdica e teatral em suposta “ameaça espiritual”.

Durante o episódio, ela reforçou a retórica do medo ao exibir um vídeo do cantor cristão Forrest Frank, que dizia que o Halloween seria “o dia mais importante para satanistas” e a noite com “o maior número de sacrifícios humanos do planeta”. Argumentos que soam mais como ficção de terror barata do que qualquer realidade espiritual. O discurso, impregnado de pânico moral e sensacionalismo, repete o velho hábito da extrema direita de demonizar a comunidade LGBTQIA+, literalmente, em vez de reconhecer que o feriado é apenas uma oportunidade de diversão, expressão e arte.
INFLUENCER CONSERVADORA DIZ QUE HALLOWEEN É " SANTÂNICO " E ESTARIA " ENTRELAÇADO COM ORGUNHO LGBTQ+
A ironia máxima surge no fim do programa, quando Stuckey admite que suas três filhas pequenas participam normalmente do Halloween — fantasiam-se e recolhem doces em casas “cuidadosamente escolhidas”. Mesmo considerando o feriado “um ritual satânico”, ela abre exceções, revelando a contradição entre o discurso apocalíptico e a prática cotidiana. Entre supostos “sacrifícios humanos” e princesas Disney pedindo balas, o verdadeiro terror parece estar na criatividade do fundamentalismo religioso e em sua obsessão por associar diversidade à maldade. No fim, permanece uma certeza: nem o moralismo, nem as teorias demoníacas são capazes de apagar o brilho colorido e resistente da comunidade LGBTQIA+.